Não falta amor, falta amar.

Muitas mensagens, muitas confissões, confusões e finalmente um reencontro. 7 anos depois, as coisas pareciam ter ficado para trás, mas muito ainda se fazia presente: a mágoa sempre esteve entre nós.

Quando o vi pela primeira vez (de novo, depois de todos esses anos) senti uma coisa estranha. Minhas pernas bambearam, a minha voz tremeu, meus olhos brilharam e eu só conseguia pensar em como ele continuava tão bonito.

De visita em visita, ele ressuscitou muitos sentimentos que nem eu me lembrava que existiam. Como diria Nelson Rodrigues, “todo amor é eterno. Se não é eterno, não era amor”.

É. Redescobri que amo.  
O fato é que não consigo reprimir e esconder um sentimento tão imenso. Chega a ser desumano tentar matar isso dentro de mim. Mas quem sou eu para falar em repressão sentimental, se fui eu que te exilei há anos atrás, não é?

Você não é cruel. Você é perfeito. Cruel é a mágoa dentro de você. Você gosta de mim e eu sei disso.

Eu estou idiotamente apaixonada. Dos meus olhos saem fogos de artifício e do meu sorriso 1 milhão de gargalhadas. É notável o meu “bem estar”. Como aquela música dos Los Hermanos que diz “até quem me vê lendo jornal na fila do pão sabe que eu te encontrei”. Sim. Idiotamente apaixonada, a ponto de deixar a camiseta que usei no dia em que dormimos juntos, ao lado do meu travesseiro, porque nela está impresso o seu cheiro. Idiotamente apaixonada.

E agora? O que eu faço com tudo isso?

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s