Depois de tanto

Eu sou o que sou, você é o que é. Em tudo o que somos, eu e você, não caiba mais “nós”.

Temos um nó, mas na história. E a história é tão severa com a gente. Porque somos o que somos por causa dela.

Talvez um dia, talvez nunca, talvez. É o mundo dando voltas de novo e tomara que com isso a gente aprenda alguma coisa.

Não quero pairar na vida. Quero viver, já que o dia de amanhã é sempre tão incerto. Afinal, hoje estamos aqui e amanhã, talvez, não estejamos.

E eu nem quero mais ficar pensando no “se”. Porque “se” são muitas coisas. E é fantasioso.

Quando a gente não espera nada nunca, a gente tende a sofrer menos, como conta aquela tirinha do Calvin.

Talvez tudo fosse diferente e o “nós” teria seus nós desatados.

Mas aí é tudo questão de “se” e olha aí a expectativa novamente e eu indo contra a tudo o que acabo de afirmar.

Vai ver é pra ser assim, tudo muito cheio de dualidade. Bipolaridade. Sua. E minha.

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