E, de repente…

… Me peguei paralisada por alguns minutos. Como dizem as histórias, eu ouvi música quando o vi. Os meus olhos sorriam, como se assistissem à noite de céu estrelado. Meu coração, já desses assim, meio quebrado e com defeito, juntou a pequenez de sua força e gargalhou! Gargalhou da minha gargalhada, porque até os lábios já sabiam.
Me apaixonei por um sorriso simples e honesto, daqueles com grandiosa sensibilidade e poesia, pelas mãos já meio calejadas de fazer os outros sorrir, pela voz afinada ao contar ao mundo como ele é bonito e pelos óculos de quem enxerga a vida de maneira mais leve – mais simples, mais colorida, mais perfumada e cheia de cores maravilhosas.

Paixão, sabe?
Peguei carona nas asas de um pássaro e fui ao céu. Mesmo que só por um instante.
Talvez esse sentimento/sensação permaneça assim, só nos meus sonhos, porque talvez seja impossível. Mas quem se importa?

Só por perceber, só por sentir, só por sorrir, já me valeu o sonho. Já me valeu o dia. Já me valeu viver. Recomeçar.
A vida/coração não pode ser tão amarga para sempre. Talvez o amor não se  concretize da forma idealizada e blasé como imaginam a maioria das pessoas. Talvez algumas nasçam para se apaixonar e amar todos os dias e de maneiras diferentes.

E, hoje, eu me apaixonei.
Hoje, eu amei.
Só por hoje.
Um dia de cada vez.

“Quando é vazante, quando é maré cheia, corre Batuíra na beira do mar”

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